{"id":29525,"date":"2021-05-07T18:29:00","date_gmt":"2021-05-07T21:29:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vittude.aztecweb.net\/?p=29525"},"modified":"2023-08-30T09:22:01","modified_gmt":"2023-08-30T12:22:01","slug":"maternidade-e-trabalho-como-combater-o-preconceito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vittude.com\/blog\/maternidade-e-trabalho-como-combater-o-preconceito\/","title":{"rendered":"Maternidade e trabalho: o preconceito com as m\u00e3es no mercado"},"content":{"rendered":"\n\n<div class=\"kk-star-ratings kksr-auto kksr-align-left kksr-valign-top\"\n    data-payload='{&quot;align&quot;:&quot;left&quot;,&quot;id&quot;:&quot;29525&quot;,&quot;slug&quot;:&quot;default&quot;,&quot;valign&quot;:&quot;top&quot;,&quot;ignore&quot;:&quot;&quot;,&quot;reference&quot;:&quot;auto&quot;,&quot;class&quot;:&quot;&quot;,&quot;count&quot;:&quot;20&quot;,&quot;legendonly&quot;:&quot;&quot;,&quot;readonly&quot;:&quot;&quot;,&quot;score&quot;:&quot;4.4&quot;,&quot;starsonly&quot;:&quot;&quot;,&quot;best&quot;:&quot;5&quot;,&quot;gap&quot;:&quot;4&quot;,&quot;greet&quot;:&quot;&quot;,&quot;legend&quot;:&quot;4.4\\\/5 - (20 votos)&quot;,&quot;size&quot;:&quot;16&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Maternidade e trabalho: o preconceito com as m\u00e3es no mercado&quot;,&quot;width&quot;:&quot;86&quot;,&quot;_legend&quot;:&quot;{score}\\\/{best} - ({count} {votes})&quot;,&quot;font_factor&quot;:&quot;1.25&quot;}'>\n            \n<div class=\"kksr-stars\">\n    \n<div class=\"kksr-stars-inactive\">\n            <div class=\"kksr-star\" data-star=\"1\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" data-star=\"2\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" data-star=\"3\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" data-star=\"4\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" data-star=\"5\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    \n<div class=\"kksr-stars-active\" style=\"width: 86px;\">\n            <div class=\"kksr-star\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n            <div class=\"kksr-star\" style=\"padding-right: 4px\">\n            \n\n<div class=\"kksr-icon\" style=\"width: 16px; height: 16px;\"><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n                \n\n<div class=\"kksr-legend\" style=\"font-size: 12.8px;\">\n            4.4\/5 - (20 votos)    <\/div>\n    <\/div>\n\n<p>Preconceito e incompreens\u00e3o marcam o dia a dia das mulheres quando o assunto \u00e9<strong> maternidade e trabalho.<\/strong> Praticamente todo mundo j\u00e1 viu ou ouviu falar de um acontecimento desagrad\u00e1vel no meio corporativo relacionado a uma mulher que \u00e9 m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada vez mais o assunto tem sido discutido para que as mulheres n\u00e3o precisem mais enfrentar tantos desafios e adversidades desconfort\u00e1veis apenas pelo simples fato de desejarem conciliar a maternidade com o trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente, ainda<strong> vivemos em uma sociedade machista<\/strong> que desvaloriza e menospreza a mulher em diversas esferas da vida, sendo uma delas o trabalho. Muitos estudos apontam que a realidade preconceituosa com mulheres que s\u00e3o m\u00e3es ainda existe e \u00e9 preciso de um olhar atento todas essas quest\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Se quiser conferir tudo sobre maternidade e trabalho e dicas pr\u00e1ticas que podem ser implementadas na sua empresa para mudar essa realidade, continue a leitura deste artigo!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Maternidade e trabalho: quais s\u00e3o os problemas que as mulheres enfrentam?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma mulher precisa lidar com muitas quest\u00f5es quando decidem ser m\u00e3e. Uma delas \u00e9 a carreira. Nem todo mundo tem no\u00e7\u00e3o de que os desafios s\u00e3o enormes e afetam n\u00e3o apenas a m\u00e3e mas, em alguns casos, at\u00e9 o pr\u00f3prio beb\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa \u201cMaternidade e Mercado de Trabalho\u201d, realizada pelo <a href=\"https:\/\/www.vagas.com.br\/profissoes\/dia-das-maes-mulheres-com-filhos-ainda-sofrem-preconceito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">VAGAS.com<\/a>, apontou que 52% das m\u00e3es que ficaram gr\u00e1vidas ou sa\u00edram em licen\u00e7a-maternidade no \u00faltimo emprego, passaram por alguma <strong>situa\u00e7\u00e3o ruim na organiza\u00e7\u00e3o em que trabalhavam.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, confira alguns dos principais problemas que essas mulheres enfrentam na carreira quando decidem ter um filho:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Preconceito<\/h3>\n\n\n\n<p>O preconceito ainda existe e muitas empresas insistem em fazer perguntas como: <em>\u201cVoc\u00ea tem filhos?\u201d<\/em> ou <em>\u201cPretende ter filhos?\u201d<\/em> quando est\u00e3o realizando uma entrevista de emprego com uma mulher. Isso acontece porque muitas pessoas ainda cultivam a ideia de que mulheres que s\u00e3o m\u00e3es n\u00e3o ir\u00e3o se dedicar tanto quanto aquelas que n\u00e3o lidam com as preocupa\u00e7\u00f5es da maternidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, uma gr\u00e1vida tem direito \u00e0 licen\u00e7a-maternidade, que dura de 4 a 6 meses, e ao sal\u00e1rio-maternidade, que \u00e9 o valor pago que garante aux\u00edlio financeiro \u00e0s m\u00e3es durante o per\u00edodo de licen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Por mais equivocado que seja cultivar esse tipo de pensamento, algumas empresas ainda n\u00e3o enxergam este cen\u00e1rio com bons olhos e <strong>consideram desvantajoso contar com mulheres gr\u00e1vidas<\/strong> no quadro de funcion\u00e1rios da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>O preconceito, portanto, existe, e n\u00e3o \u00e9 somente no momento da contrata\u00e7\u00e3o.&nbsp; Ainda na pesquisa realizada pela VAGAS.com, 23,7% das mulheres relataram ouvir coment\u00e1rios desagrad\u00e1veis quando estavam gr\u00e1vidas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Demiss\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>Quando o assunto \u00e9 maternidade e trabalho, a lei est\u00e1 ao lado da mulher e diz que a partir do momento em que se \u00e9 descoberta a gravidez <strong>ela adquire estabilidade.<\/strong> Tal estabilidade tem dura\u00e7\u00e3o de at\u00e9 cinco meses depois do nascimento do beb\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo assim, algumas empresas demitem mulheres gr\u00e1vidas sem justa causa durante esse per\u00edodo. Nesses casos, a organiza\u00e7\u00e3o recebe uma notifica\u00e7\u00e3o para readmitir a funcion\u00e1ria e, caso a readmiss\u00e3o n\u00e3o seja poss\u00edvel, deve pagar uma indeniza\u00e7\u00e3o \u00e0 mulher, de tal forma que se mant\u00e9m seu direito \u00e0 licen\u00e7a-maternidade e direitos trabalhistas.<\/p>\n\n\n\n<p>A estabilidade <strong>se trata de um direito previsto<\/strong> tamb\u00e9m para mulheres em per\u00edodo de experi\u00eancia ou em contrato de trabalho tempor\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale pontuar, no entanto, que ainda assim a mulher gr\u00e1vida pode ser demitida por justa causa. O importante \u00e9 ficar de olho se a empresa est\u00e1 agindo de forma honesta ou n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Redu\u00e7\u00e3o de responsabilidades ou de carga hor\u00e1ria<\/h3>\n\n\n\n<p>Em alguns casos, a mulher n\u00e3o \u00e9 demitida, mas a partir do momento em que est\u00e1 gr\u00e1vida ou quando volta da licen\u00e7a-maternidade, tem a sua carga hor\u00e1ria de trabalho ou at\u00e9 mesmo suas responsabilidades reduzidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o \u00e9 nem um pouco agrad\u00e1vel para a mulher que est\u00e1 no in\u00edcio da gravidez e deseja continuar trabalhando normalmente. E igualmente desagrad\u00e1vel para a profissional que volta depois da licen\u00e7a-maternidade e se depara com uma realidade muito diferente do esperado.<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong> cren\u00e7a de que as mulheres n\u00e3o se dedicar\u00e3o ao trabalho<\/strong> devido \u00e0 gravidez ainda faz com quem muitas empresas optem por reduzir a participa\u00e7\u00e3o das gr\u00e1vidas\/m\u00e3es nos projetos e tarefas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Falta de empatia<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 verdade que quando uma mulher engravida e decide se tornar m\u00e3e, muitas coisas mudam em sua vida. <strong>O<\/strong> <strong>pr\u00f3prio processo da gravidez \u00e9 extremamente peculiar <\/strong>e cada uma o enfrenta de uma maneira diferente. Algumas ter\u00e3o que lidar com uma gravidez de risco e certas complica\u00e7\u00f5es maiores. Outras, por sua vez, viver\u00e3o os nove meses com muita tranquilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O ponto aqui \u00e9 que todos que convivem com uma gr\u00e1vida ou uma m\u00e3e precisam ter empatia, afinal, s\u00f3 quem vive a experi\u00eancia sabe como \u00e9 desafiadora. A falta de empatia no ambiente de trabalho \u00e9 um grande problema que as m\u00e3es dizem enfrentar.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez, um dia ela precise sair mais cedo para fazer exames ou acorde se sentindo muito enjoada e indisposta. Faz parte e nenhum ser humano est\u00e1 totalmente pronto para lidar com estes desafios. Por isso, \u00e9 muito importante que <strong>os gestores e outros colaboradores sejam emp\u00e1ticos<\/strong> e evitem coment\u00e1rios desagrad\u00e1veis sobre maternidade e trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Dificuldade de recoloca\u00e7\u00e3o no mercado<\/h3>\n\n\n\n<p>Algumas m\u00e3es optam por abrir m\u00e3o temporariamente da carreira para se dedicarem aos filhos. Um tempo depois, quando j\u00e1 conseguiram criar uma rotina e se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as, querem voltar ao mercado de trabalho, mas enfrentam muitas dificuldades.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma pesquisa da Catho apontou que depois da chegada dos filhos,<strong> as mulheres deixam o mercado de trabalho<\/strong> cinco vezes mais do que os homens.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, outros estudos apontam que costuma existir um intervalo for\u00e7ado de dois a tr\u00eas anos ente o nascimento da crian\u00e7a e a volta da m\u00e3e ao mercado. E quando elas retornam, os dados apontam que <strong>2\/3 das vezes \u00e9 para uma vaga ou sal\u00e1rio inferiores<\/strong> ao que tinham antes da gravidez.<\/p>\n\n\n\n<p>Com essa realidade, surgem iniciativas bem interessantes que visam auxiliar o retorno dessas m\u00e3es ao mercado de trabalho. A plataforma <a href=\"https:\/\/revistacrescer.globo.com\/Familia\/Maes-e-Trabalho\/noticia\/2019\/09\/contrate-uma-mae-projeto-ajuda-mulheres-com-filhos-voltar-ao-mercado-de-trabalho.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">\u201cContrate uma m\u00e3e\u201d,<\/a> por exemplo, une empresas e candidatas mulheres m\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E a paternidade: como fica nessa hist\u00f3ria?<\/h2>\n\n\n\n<p>As diferen\u00e7as s\u00e3o bem claras quando vemos que a lei prev\u00ea <strong>licen\u00e7a-paternidade de apenas cinco dias para o pai. <\/strong>Esse per\u00edodo se inicia no primeiro dia \u00fatil depois do nascimento do beb\u00ea. Por\u00e9m, se a empresa estiver cadastrada no programa Empresa Cidad\u00e3, o benef\u00edcio \u00e9 estendido para vinte dias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 claro que se for do interesse da empresa, pode negociar uma licen\u00e7a-paternidade mais longa, mas essa ainda n\u00e3o \u00e9 a realidade de muitas organiza\u00e7\u00f5es no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma diferen\u00e7a muito grande entre o que \u00e9 concedido \u00e0s mulheres e aos pais quando o assunto \u00e9 maternidade\/paternidade. Isso reflete a sociedade em que vivemos, que ainda coloca a m\u00e3e nesse <strong>papel central de responsabilidade com os filhos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Afinal, quantos homens voc\u00eas conhecem que largou a carreira para cuidar das crian\u00e7as? Imagino que poucos, mas voc\u00ea n\u00e3o ficaria surpreso em ouvir que uma mulher decidiu sair do mercado de trabalho para se dedicar \u00e0 maternidade, n\u00e9?<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os efeitos deste cen\u00e1rio na vida da mulher?<\/h2>\n\n\n\n<p>Com tantas adversidades em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 maternidade e trabalho, as mulheres que optam por ter filhos acabam sofrendo <strong>profundos efeitos colaterais <\/strong>decorrentes dos preconceitos, coment\u00e1rios maldosos, falta de empatia e por a\u00ed vai.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo isso impacta fortemente a maneira que elas lidam com as suas inseguran\u00e7as, d\u00favidas e objetivos profissionais. Entenda, em seguida, quais s\u00e3o as principais consequ\u00eancias deste contexto profissional na vida das mulheres que tamb\u00e9m s\u00e3o m\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Desequil\u00edbrio emocional<\/h3>\n\n\n\n<p>Um estudo realizado na Universidade Baylor, nos Estados Unidos, com mais de 250 m\u00e3es sobre epis\u00f3dios de discrimina\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 maternidade revelou dados impactantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Mulheres que relataram sofrer preconceito e estresse tinham <strong>n\u00edveis maiores de sintomas de depress\u00e3o p\u00f3s-parto<\/strong> e os beb\u00eas estavam sujeitos a apresentar peso menor no nascimento. Outro ponto negativo \u00e9 que as crian\u00e7as poderiam chegar ao mundo com idade gestacional inferior \u00e0 desej\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.vittude.com\/empresas?utm_source=blog&amp;utm_medium=banner&amp;utm_campaign=maternidade%20e%20trabalho\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vittude.com\/blog\/wp-content\/uploads\/como-desenvolver-uma-cultura-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1491\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Apesar do estudo n\u00e3o estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito, fica clara uma liga\u00e7\u00e3o indireta que conecta o preconceito contra a gr\u00e1vida ao desenvolvimento de certos problemas de sa\u00fade. Os <strong>cuidados com o equil\u00edbrio emocional <\/strong>s\u00e3o t\u00e3o importantes quanto a sa\u00fade f\u00edsica da gestante. Portanto, \u00e9 necess\u00e1rio ficar de olho nos efeitos colaterais de um ambiente hostil e preconceituoso contra a mulher gr\u00e1vida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Opress\u00e3o do desejo de ter filhos<\/h3>\n\n\n\n<p>O cen\u00e1rio complexo para mulheres que decidem ser m\u00e3es acaba afetando os planos e desejos pessoais que muitas delas possuem. A pesquisa citada anteriormente, da VAGAS.com, revelou que 70% das respondentes disseram que n\u00e3o pretendem ter filhos nos pr\u00f3ximos anos. Destas, 43% afirmou que a decis\u00e3o \u00e9 <strong>devido a dificuldade de conseguir emprego <\/strong>ou se manter est\u00e1vel no mercado quando se engravida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 triste pensarmos que muitas mulheres podem estar desistindo do sonho da maternidade porque vivemos em uma sociedade que ainda cultiva preconceitos e n\u00e3o compreende o verdadeiro valor da mulher que quer ser m\u00e3e e manter a carreira ao mesmo tempo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inseguran\u00e7a profissional<\/h3>\n\n\n\n<p>Aquelas mulheres que n\u00e3o desistem da maternidade independentemente das adversidades que vir\u00e3o pela frente acabam se deparando com uma realidade muitas vezes complexa.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, todos os desafios podem gerar uma inseguran\u00e7a profissional excessiva. Muitas mulheres ficam <strong>receosas de contarem que s\u00e3o m\u00e3es<\/strong> de filhos pequenos, t\u00eam medo de como ser\u00e3o vistas e ficam inseguras em rela\u00e7\u00e3o a serem ou n\u00e3o valorizadas no ambiente de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale pontuar, no entanto, que a maternidade tem o seu lado positivo que contribui sim para a carreira. Isso porque uma m\u00e3e desenvolve diferentes habilidades e amadurece bastante ao longo do processo da maternidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o papel das empresas para lidar com maternidade e trabalho?<\/h2>\n\n\n\n<p>Por fim, mas n\u00e3o menos importante, n\u00e3o podemos deixar de aprofundar no papel das empresas quando o assunto \u00e9 maternidade e trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Afinal, o que pode ser feito nas organiza\u00e7\u00f5es para que as m\u00e3es tenham direitos iguais e n\u00e3o se sintam inseguras? Como criar um ambiente mais inclusivo e respeitoso? E qual tipo de suporte pode ser oferecido \u00e0s mam\u00e3es da empresa? Confira as nossas dicas!<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Deixar claro que atitudes preconceituosas n\u00e3o s\u00e3o toleradas<\/h3>\n\n\n\n<p>A empresa que n\u00e3o se manifesta em rela\u00e7\u00e3o a assuntos como a maternidade e o trabalho n\u00e3o contribui para a forma\u00e7\u00e3o de colaboradores mais conscientes e respeitosos em rela\u00e7\u00e3o ao assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>Para que seja criado um ambiente agrad\u00e1vel para todos, inclusive para as m\u00e3es, \u00e9 necess\u00e1rio <strong>levantar a pauta em reuni\u00f5es <\/strong>e, quem sabe, at\u00e9 promover palestras e conte\u00fados sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p>De alguma forma \u00e9 necess\u00e1rio comunicar aos funcion\u00e1rios que atos e falas preconceituosos n\u00e3o ser\u00e3o tolerados de forma alguma no ambiente de trabalho. Esse \u00e9 um \u00f3timo primeiro passo, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Comunicar os direitos<\/h3>\n\n\n\n<p>Outro ponto que depende exclusivamente de uma comunica\u00e7\u00e3o clara e eficiente \u00e9 <strong>conscientiza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos benef\u00edcios trabalhistas<\/strong> e as expectativas antes e depois da licen\u00e7a maternidade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 muito importante que as mulheres conhe\u00e7am os seus direitos e deveres nesse tipo de situa\u00e7\u00e3o. Assim, se sentem mais seguras e confort\u00e1veis para lidar com o processo da maternidade sem receios relacionados \u00e0 demiss\u00e3o, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Oferecer hor\u00e1rios flex\u00edveis<\/h3>\n\n\n\n<p>A pol\u00edtica de hor\u00e1rios flex\u00edveis \u00e9 essencial para todos os colaboradores hoje em dia. No entanto, as m\u00e3es precisam de uma aten\u00e7\u00e3o especial aqui, pois em alguns momentos precisar\u00e3o <strong>se ausentar para realizar exames e consultas do pr\u00e9-natal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A empresa deve estar ciente, acolher e respeitar momentos como esses que visam manter a sa\u00fade e <a href=\"https:\/\/vittude.com\/blog\/como-promover-o-bem-estar-no-ambiente-de-trabalho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bem-estar<\/a> da m\u00e3e e do beb\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Normalizar a amamenta\u00e7\u00e3o no trabalho<\/h3>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma lei para amamenta\u00e7\u00e3o que diz que at\u00e9 os seis meses da crian\u00e7a a m\u00e3e <strong>tem direito a pausas intercaladas,<\/strong> de meia hora a cada turno. \u00c9 importante que tanto a mulher como a empresa tenham consci\u00eancia deste direito e normalizem a amamenta\u00e7\u00e3o nesse per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/vittude.com\/blog\/recursos-humanos-o-que-faz-a-area\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">RH<\/a> e m\u00e3e podem negociar para que essas pausas aconte\u00e7am da melhor forma poss\u00edvel. Os intervalos podem ser utilizados para encontrar a crian\u00e7a e amament\u00e1-la, receber o beb\u00ea na empresa para amamentar ou extrair o leite e armazen\u00e1-lo para alimentar o filho.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Alinhar as mudan\u00e7as e responsabilidades<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o inferiorize a gr\u00e1vida e diminua as suas responsabilidades sem alinhamentos pr\u00e9vios. O<strong> di\u00e1logo \u00e9 essencial<\/strong> nesse momento, pois ningu\u00e9m al\u00e9m da pr\u00f3pria mulher poder\u00e1 dizer com o que se sente confort\u00e1vel durante o per\u00edodo da gravidez e na sua volta \u00e0 empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez ela queira continuar com os mesmos projetos e deveres. Talvez prefira dividir as responsabilidades com outra pessoa. O importante \u00e9 garantir um alinhamento claro e transparente, pois assim ela n\u00e3o se sente \u201cpassada para tr\u00e1s\u201d s\u00f3 porque est\u00e1 gr\u00e1vida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ofere\u00e7a a psicoterapia como benef\u00edcio corporativo<\/h3>\n\n\n\n<p>Como j\u00e1 citado anteriormente, muitas m\u00e3es sofrem com um desequil\u00edbrio emocional por conta dos desafios e adversidades proporcionados pela gravidez. No ambiente de trabalho, ela tamb\u00e9m pode acabar <strong>se sentindo insegura e acuada,<\/strong> o que n\u00e3o \u00e9 nada positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, \u00e9 t\u00e3o importante que a empresa disponibilize a <a href=\"https:\/\/vittude.com\/blog\/a-importancia-da-psicoterapia-para-as-empresas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">psicoterapia<\/a> como um benef\u00edcio corporativo com o objetivo de fornecer um aux\u00edlio psicol\u00f3gico para que ela consiga lidar com todas as mudan\u00e7as em sua vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o significa que apenas organiza\u00e7\u00f5es em que o clima \u00e9 hostil precisam oferecer a psicoterapia como um benef\u00edcio \u00e0s mulheres gr\u00e1vidas. Na verdade, o clima corporativo pode ser \u00f3timo e saud\u00e1vel, mas mesmo assim \u00e9 interessante que as mulheres tenham esse acompanhamento profissional para conseguirem <strong>lidar com seus medos e inseguran\u00e7as<\/strong> ao longo deste per\u00edodo t\u00e3o desafiador.<\/p>\n\n\n\n<p>A psicoterapia pode ser um benef\u00edcio para todos os colaboradores da empresa, mas neste caso ter\u00e1 um papel muito importante para as mam\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cuide da rela\u00e7\u00e3o entre maternidade e trabalho na sua empresa<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o postergue mais essa necessidade! \u00c9 importante ter um olhar atento e cuidadoso em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres que tamb\u00e9m s\u00e3o m\u00e3es. E esse cuidado pode come\u00e7ar com uma incr\u00edvel parceria da sua empresa com o <a href=\"https:\/\/www.vittude.com\/empresas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vittude Corporate.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Oferecemos um benef\u00edcio corporativo que ajuda as empresas a <strong>cuidarem de forma preventiva da sa\u00fade mental de seu time. <\/strong>Por meio de um\u200b investimento fixo mensal, por colaborador, a sua organiza\u00e7\u00e3o oferece um subs\u00eddio parcial ou integral para sess\u00f5es de psicoterapia com psic\u00f3logos da nossa base.<\/p>\n\n\n\n<p>E a\u00ed, ficou interessado? Ent\u00e3o fale com um dos nossos especialistas e leve a psicoterapia para a sua empresa!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maternidade e trabalho funcionam juntos? Como o mercado enxerga as m\u00e3es nas equipes? 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