Nos dias atuais existe um grande paradoxo em viver dentro dos nossos preceitos e conceitos da verdade. O que chamamos de “verdades” podem não ser exatamente o que conduz a fatos reais e sim fictícios, moldados, realinhados conforme solicitação de terceiros. Sobre estes terceiros, me refiro as pessoas que não fazem parte diretamente da sua vida mas que você insiste em acreditar que fazem e pior ainda, vive tentando agradá-los. E quando menos se espera você está preso em um ciclo vicioso da “mentira” tão bem adaptado que roteiristas do cinema em Hollywood conseguem interpretar muito bem na telona e para a nossa TV em casa com as plataformas de stream. São tantas histórias e para todos os gostos! Basta pararmos um pouco e conseguiremos indagar e identificar logo de cara algumas questões nossas do nosso atarefado dia… Se é que você conseguirá parar brevemente neste mundo ansioso onde cada vez mais a pressa e a urgência estão atropelando o bom senso.
Como você realmente está?
Quando te perguntam se você está bem? Realmente estão interessados em saber sobre o seu estado ou simplesmente virou uma espécie de saudação formal…? Quando você tem ressalvas e está magoado com alguém, você fala para essa pessoa diretamente ou esconde seus sentimentos para manter as “aparências” de que está tudo bem…? Mesmo que esse sentimento te corroa por dentro. Já se tornou tão comum e banal as pessoas responderem por outras pessoas: “Estamos bem?” Sem ao menos dar uma chance de averiguar o fato…E se condiz com a realidade.
Você vive guardando seus sentimentos e críticas para você mesmo ou consegue confiar em alguém? Esse alguém é de confiança? Ou um mero mensageiro de entregas de combinações distorcidas como na brincadeira de criança do “telefone sem fio”… A brincadeira pode até ser divertida mas no mundo real os equívocos não resolvidos podem virar uma espécie de lacuna, falta ou exagero, dores emocionais e dores físicas, doenças e diagnósticos. Tudo refletindo na forma de perceber e se perceber no mundo e que pode num piscar de olhos ser alterado.
Como você se vê de verdade? Seus sentimentos estão coesos com seus atos e verbalizações? O que você pensa é o mesmo que você expressa? O que você sente reflete no seu comportamento?
Você consegue responder à pergunta: Quem sou eu? Ou você possui um script do qual é dito na entrevista de emprego, só mudando o texto decorado conforme a vaga?
Como você está? Importa para você? Importa para alguém hoje em sua vida? Como estão os seus laços interpessoais?
Porque não é fácil se adequar ou abandonar as diversas “faces” e “máscaras” que você possui em diversas circunstâncias e situações…? Você usa máscaras em sua casa? E não estou falando de carnaval, certo?
O que não te permite realmente assumir quem você realmente é? Incluindo no pacote suas reações emocionais que te acompanham, seus desejos, seus sentimentos, suas dúvidas e anseios?
Qual é o seu sonho? Propósito? Paixões?
Hoje mais do que nunca, se faz importante parar um pouco e refletir sobre tudo que está ao seu redor, dentro e fora, personagens de sua vida que você se dá conta e os que você não se dá conta, mas que também estão lá…
O mundo tecnológico afeta sua vida, humor e projetos?
A importância de olhar para si mesmo
Olhar para si mesmo é um exercício importante e deve ser prioritário em sua vida. Com um profissional adequado de Psicologia para uma escuta clínica, desprovido de qualquer preconceito e conceitos poderá te ajudar e facilitará o encontro com o teu autoconhecimento e na jornada do teu desenvolvimento como pessoa e indivíduo inserido numa sociedade cada vez mais complexa.
Isso é autocuidado. Isso é amor próprio. Isso é autoestima.
O mundo cada vez mais complexo conhecido também como o mundo “VUCA” (volátil, incerto, complexo e ambíguo) em que vivemos na realidade de hoje está cada vez mais exigente com as pessoas. Este mundo cada vez mais incerto, duvidoso nos enreda e quando percebemos estamos numa teia de retalhos e fragmentos de histórias inacabadas, fictícias, artísticas ou fantasmagóricas. Por hora são retalhos claros como o sol, em outra hora tenebroso e complicado como a escuridão ou o luto.
Luto de várias formas: A perda de um ente querido, um relacionamento curto ou longo, o desemprego, um objeto de alto valor, um cargo, uma amizade, um animal de estimação, uma vizinhança, uma planta, um projeto de vida…
Que tal cuidar desta teia e transformá-la numa colcha de retalhos com recortes de uma vida que tenha um real sentido e significado?
A grande pergunta chave é esta: Como está a sua saúde mental?
Nós podemos te ajudar! E facilitar esta jornada da sua vida dando a possibilidade de encontrar o real valor existencial para você! Só depende de uma única pessoa: Você.
Conheça a Vittude. Se dê uma oportunidade de evolução e autocuidado.
Como eu posso te ajudar?

Deixe um comentário