amigo com depressão

Depressão: Como se relacionar com alguém que tem?

A convivência com alguém que sofre de depressão pode trazer, em certos momentos, uma sensação de frustração e desgaste emocional. É importante saber lidar com alterações de humor, falta de interesse generalizada, irritabilidade, cansaço físico e mental, por exemplo.

O primeiro passo é entender que a depressão não é “frescura” ou preguiça e, sim uma doença que precisa ser tratada,

Diferente da tristeza pontual e passageira, a depressão causa uma melancolia persistente e sem motivo aparente, que consome os pensamentos e impede que a pessoa veja o lado positivo das mais diversas situações. A compreensão e apoio de todos que estão ao redor, são fundamentais para a melhora!

Como você pode ajudar amigo com depressão?

Busque informação sobre a doença

Entender como a doença age, lhe ajudará a estar preparado para enfrentar esse momento. Sua iniciativa em ler esse artigo, já é um passo importante!

Incentive e apoie o tratamento

É fundamental a pessoa buscar ajuda profissional para enfrentar o problema, pois o quanto antes o tratamento médico e psicológico começar, as chances de melhora no quadro clínico são maiores. Em alguns casos, o paciente pode entrar em estado de negação da doença, dificultando o tratamento, então mantenha-se disponível para acompanhar a pessoa nas consultas e preste todo o suporte que lhe for possível.

Esteja aberto para ouvir

Estimule a pessoa a falar sobre seus sentimentos e a escute sem julgamentos. Isso ajudará a pessoa a sentir-se acolhida.

Não se sinta responsável ou “culpado”

Você só poderá ajudar uma outra pessoa, se estiver bem consigo mesmo.   Ofereça seu apoio e demonstre que se importa com a pessoa, mas não se cobre de querer “curar” o outro, pois você não é capaz disso.

Lembre-se: Você tem seus limites e necessidades – Respeite isso!

Seja honesto consigo mesmo e fale como você se sente e o que é capaz ou não de fazer. Não prometa o que não puder cumprir e, cuidado para não se tornar “vítima da situação” e “se anular” diante da relação com o doente. Atitudes assim, além de serem prejudiciais para você, dificulta a melhora do paciente.


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