Até pouco tempo, antes da pandemia, não tínhamos tempo, ele era um recurso precioso. Nas grandes cidades não havia tempo para se conectar com os outros, e segundos eram cheios de afazeres, no qual o autocuidado e as relações interpessoais eram deixadas por último.
A terra sufocada pela poluição clamava por ajuda, e demonstrava os efeitos colaterais através do aquecimento global.
Então, pego aqui o filme Avatar para ilustrar o que estamos vivenciando.
A pandemia e a metáfora do filme Avatar
No filme, o planeta Pandora é atacado pelos humanos em busca das riquezas. Os Navis (seres que habitam o planeta) lutavam para tentar impedir a destruição do planeta.
O acaso leva um militar a participar da equipe de cientistas, e o acaso novamente coloca este militar frente a frente com a filha do “rei”. Então, as sementes da Árvore Sagrada o escolhem e o convidam a se conectar com Pandora (o planeta).
O soldado, inicialmente com desejos obscuros de satisfazer a necessidade de um líder perverso, e com seu próprio desejo de voltar a andar, aceita a missão de descobrir as fraquezas dos Navis.
Porém, ao se conectar com Pandora ele deslumbrou e viu algo até então desconhecido, como diz a música tema do filme, “eu te vejo”, e ele realmente pode ver.
O que antes era apenas uma investigação, um sonho como ele coloca, se tornou real. Assim, na guerra eminente que seria travada entre os Navis e os humanos, ele suplica à energia de Pandora que salve o planeta.
A reflexão do equilíbrio essencial
Assim, a energia do planeta Pandora apenas protege o equilíbrio do planeta. Agora, trazendo para nossa realidade, a Terra nos convida a nos conectarmos mais uns com os outros e, principalmente, com a terra.
Para observarmos mais toda a riqueza que está em nós e está em nossa volta. É um momento para escutarmos e sentirmos.
Os Navis se conectam e sentem. Nas redes sociais nos conectamos, porém não sentimos, porque as nossas conexões são liquidas, fluídas.
Que tal neste momento repensar suas conexões e se conectar com o que realmente é importante na sua vida? Que tal desvendar sua Caixa de Pandora?

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