Há algum tempo tenho a intenção de falar sobre esse tema. Hoje, após ouvir uma música na rádio enquanto eu dirigia e pesquisar sobre ela, resolvi escrever. Eu me interessei por saber mais sobre a letra e (mais uma vez) me deparei com esse discurso amoroso. Trata-se de uma postura que tem sido recorrente em muitas quase-relações amorosas, em especial com os jovens. Se me permitem dizer, são sim relações amorosas, mas anormais/doentes/desajustadas. E eu vou explicar porque penso assim.
A versão que ouvi é cantada por Sam Smith, Too Good At Goodbyes* (em tradução livre, “Muito bom em despedidas”). Na minha opinião é uma música muito bonita, em letra e melodia. Mas não posso deixar de me incomodar com a mensagem que ela apresenta. Inicialmente pode até parecer algo romântico, triste e/ou poético; talvez seja um pouco de tudo isso. Mas vai além e manifesta uma postura tóxica.
É importante ressaltar que eu não estou criticando a música e sim a tendência que ela representa. Você pode ouvi-la no link abaixo.
https://www.youtube.com/watch?v=tJWdlHP0M00
*Escrito por Sam Smith, Jimmy Napes, Tor Erik Hermansen, Mikkel Storleer Eriksen Produced by Jimmy Napes, Steve Fitzmaurice
QUE MODA É ESSA?
Cada vez mais atendo jovens em meu consultório com um problema amoroso bastante característico, algo que eu poderia descrever com o conjunto das seguintes expressões:
- medo de gostar e se machucar
- indiferença por quem mais se gosta
- apologia a NÃO SE ENVOLVER com quem se gosta
- apologia a SE ENVOLVER com quem NÃO se gosta
- pouca ou nenhuma importância com o sentimento de amor apaixonado
- forçar o sofrimento em relações potencialmente amorosas
Assim eles dizem. Mas nem tudo é verdade. Algumas coisas não passam de palavras e não significam mais do que intenções ingênuas e vazias. Pois, não é possível contrariar de tal maneira a natureza de certas emoções, em especial a do amor. Dizer que não se deve gostar, que não se deve envolver emocionalmente, que se deve ser indiferente é muito diferente de praticar tudo isso.
Aqui está um trecho da música:
I’m never gonna let you close to me
Even though you mean the most to me
‘Cause every time I open up, it hurts
Eu nunca vou te deixar perto de mim
Mesmo que você signifique tudo para mim
Porque toda vez que eu me abro, dói
Para ser realista, em meio a tudo isso existem algumas verdades. Sim, as pessoas sofrem por amor. Sim, gostar envolve riscos. E definitivamente sim, sofrer por amor é péssimo! Mas isso não habilita ninguém a contrariar a natureza imperativa do envolvimento emocional entre as pessoas. Por exemplo, criando uma nova regra: vamos agora ser indiferentes às pessoas que balançarem nossos corações. Só existe, de fato, uma única alternativa para não viver os riscos da paixão: se isolar. Mas o padrão que tenho observado não é exatamente isso. Se isolar ou se privar de quem lhe faz sofrer de amor é uma tática antiga; até funciona e algumas vezes vale à pena.
O padrão que tenho observado se descreve melhor com a ideia: (1) gosto de você, (2) mesmo sendo possível não me envolverei seriamente com você, (3) mas me manterei em sua presença. Existem alguns derivados dessa regra, tipo: vou te implicar e te seduzir, mas não vou aceitar me envolver com você. Ou: vou até ficar com você, mas vou fazer de tudo para brigarmos e não darmos certo. E partindo dessa tríplice regra – não se iluda – tudo que vier daí vai dar errado. Porque é simplesmente contraditório e, ao mesmo tempo, presunçoso.
Infelizmente, isso parece mesmo ser uma tendência. Já atendi muitos jovens e também algumas pessoas mais velhas com esse padrão de não querer se envolver, mas ao mesmo tempo não dispensar a presença do outro de quem gosta amorosamente. Atendi casos de jovens que já ficaram, facilmente, com basicamente todas as pessoas de sua roda de contatos, exceto uma: aquela pessoa que realmente toca o seu coração. Mas a outra pessoa, neste caso, não é exatamente ignorada ou evitada, eles se encontram com frequência, se tornam grandes confidentes, ou amigos coloridos, mas não admitem uma relação amorosa séria e que pretenda dar certo. Crível ou não, a moda agora é sofrer de amores Possíveis.

Para compreender melhor essa questão temos que partir do princípio de que algumas questões humanas ainda são inevitáveis. Como por exemplo, se apaixonar. Queira as pessoas ou não, desde que elas tenham contato social elas irão se apaixonar. Não é negociável. E uma vez apaixonado(a), é de se esperar que você deseje materializar a união e viver seus anseios. Ou, na impossibilidade de viver o amor, que você desapareça da vida do seu objeto de paixão.
Mas não. A lógica agora parece ser diferente. Parece que é preciso dizer a si mesmo(a) que não é bom se apaixonar, que isso não deve acontecer e que é necessário ser indiferente a esse tipo de sentimento – nada poderia ser tão presunçoso. Acontece que as pessoas que estão se apegando a essa ideia também se apaixonam. Mas mesmo quando elas são alvos do cupido ainda insistem em não reconhecer ou não corresponder ao que lhe apetece. E a música nos diz o que elas fazem:
I’m never gonna let you close to me
Even though you mean the most to me
‘Cause every time I open up, it hurts
So I’m never gonna get too close to you
Even when I mean the most to you
In case you go and leave me in the dirt
Eu nunca vou te deixar perto de mim
Mesmo que você signifique tudo para mim
Porque toda vez que eu me abro, dói
Então, eu nunca vou ficar muito perto de você
Mesmo que eu signifique tudo para você
Caso você vá embora e me deixe na lama
E na tentativa de não amar, em vez de se afastar da pessoa amada, a tática é manter proximidade e sofrer.
But every time you hurt me, the less that I cry
And every time you leave me, the quicker these tears dry
And every time you walk out, the less I love you
Baby, we don’t stand a chance, it’s sad but it’s true
Mas quanto mais você me machuca, menos eu choro
E a cada vez que você me deixa, mais rápido estas lágrimas secam
E a cada vez que você vai embora, menos eu te amo
Meu bem, não temos chance, é triste, mas é verdade
Todos sabem que amar não é brincadeira. Lutar por uma paixão e correr o risco de ser rejeitado(a) não é coisa fácil. E, sem dúvida, ter que se afastar de um amor inviável é uma situação terrível. Mas escolher algo alheio a essas três condições é o mais bizarro. Ter a possibilidade de se dedicar a uma relação amorosa possível e negar isso com discursos de falsa indiferença que são auto-agressivos; ou com posturas tóxicas de auto-sabotagem da relação; ou com auto-violência de uma relação que pode existir é uma condição de sofrimento e embriaguez inigualável. É certamente uma maneira doentia/desajustada de lidar com as relações amorosas e suas possibilidades.
SINAIS DE UMA TENDÊNCIA
Músicas que apresentam discursos como este e as inúmeras conversas que realizei em meus atendimentos, especialmente com as gerações mais jovens, ressaltam uma cultura de envolvimentos líquidos, descartáveis e, sobretudo, incompletos do que é a relação amorosa humana. Eu vejo elementos suficientes para desconfiar que há um padrão emocional desajustado na maneira de encarar as relações amorosas (vividas ou não), por parte de muitas pessoas. Mesmo assim, fiz uma rápida pesquisa (rápida mesmo!) de algumas letras nacionais que considero recentes (algumas mais, outras menos) e que demonstraram-se consideravelmente abrangentes (visualizadas por milhões de pessoas e com milhões ou milhares de curtidas; todas na plataforma Youtube).
E o que encontramos? Discursos similares de esquiva do sentimento de amor e contradição das condutas amorosas. Os títulos, trechos e refrãos reforçam ideias que remetem à aspectos dos quais fiz referência anteriormente: medo, indiferença, resistência à intimidade, desvalorização do sentimento de amor e busca deliberada de sofrimento na relação amorosa.
A música “Só Pra Castigar” do cantor Wesley Safadão (com 122.803.082 visualizações e 603.000 curtidas) fala sobre um tratamento passivo-agressivo da outra pessoa na relação.
1. Até em assunto nada a ver
2. Você quer me provocar
3. Quer me fazer ciúmes de graça
4. É, eu não sou de retrucar
5. Mas eu vou descontar
6. Naquilo que você mais gosta
Não se manifesta o incômodo (4), mas silenciosamente a retaliação acontece (5; 6). Quando escutada, a música nitidamente enaltece o fato de retaliar o outro silenciosamente. E isso é extremamente tóxico para uma relação que, supostamente, queira ser gratificante.
A canção “Vingança” apresentada pelo cantor Luan Santana com participação de MC Kekel (129.763.399 visualizações e 911.000 curtidas) deixa claro o comportamento contraditório para a resolução das dificuldades nos relacionamentos amorosos:
1. Eu vou pegar todo mundo
2. Virar um vagabundo
3. Depois que eu ficar com essa cidade inteira
4. Aí cê vai lembrar
5. Do tanto que eu te dei amor
6. E o tanto que você não deu valor
7. E a sua única chance vai ser
8. Em alguma balada da vida
9. Eu te beijar sem perceber
10. Sem ver que é você
11. Eu te avisei
12. Tenta não vacilar
13. Menina, eu te avisei
14. Amor é pra cuidar
15. Se escapar da mão, cai no chão
16 .Não tem conserto, não
17. Antes de sumir da sua vida
18. Só mais uma coisa: Tô aqui no portão
É como se a maneira de queixar da relação (6) fosse dizer que a relação não importa tanto (9) ou que é algo facilmente dispensável (10). E a contradição se faz muito evidente, o que denuncia a instabilidade emocional de quem, infantilmente, tenta demonstrar auto-confiança. Veja no segundo trecho da música (à partir do verso 11) que o discurso é de encerramento da relação até que com uma frase de rompimento definitivo (17) segue-se imediatamente com a reaproximação (18).
Os próprios títulos das músicas “Só pra castigar” e “Vingança” parecem ser incomuns pelo teor agressivo que sugerem e, mesmo assim, são amplamente apreciados reforçando a tendência amorosa desajustada vivida pelos enamorados da atualidade.

Nos períodos recentes tem sido perceptível, predominantemente pelas gerações jovens que ditam as tendências, formatos de interações amorosas que também refletem e dão força para o fenômeno discutido aqui. Denominações como “ficar”, “ficar sério”, “exclusivo”, “P.A.” (abreviações de pau amigo ou perereca amiga), “contatinho” e “esquema” são facilmente observadas entre os grupos – não se restringindo à, mas sempre predominando nos extratos mais jovens. Não se trata, entretanto, de apenas denominações. Essas palavras são conceitos e significam modelos comportamentais e de atitudes os quais são aplicados de fato nos relacionamentos amorosos. Ou seja, as pessoas se comportam e reagem de maneiras específicas que correspondem a esses conceitos e a essas pequenas culturas que emergem nos grupos.
A música interpretada por Hugo Del Vecchio, “Esquema não cobra” (1.114.457 visualizações e 4.800 curtidas) ilustra essa cultura.
1. Você já chega brigando e digitando
2. A senha do meu celular
3. Que bosta, intimidade
4. É um caminho sem volta
5. Onde cê pensa que vai?
6. Nesse embalo cê capota
7. Ainda não aprendeu?
8. Quem é esquema não cobra
9. Eu disse: Quem é esquema não cobra
Agora é bastante comum em muitas relações presumir desde o início que não vai ser sério, mas somente curtição. Como se isso fosse saudavelmente possível. Inevitavelmente alguém vai acabar confundindo os limites ou talvez cada parte idealize versões diferentes para a mesma relação. É quando alguém começa a cobrar (1) e o outro fica desconfortável (5). Então a tentativa é de negar ou evitar um sentimento mais significativo (7; 8; 9), chegando ao ponto de desqualificar uma das maiores virtudes das relações emocionalmente saudáveis (3).
CONTRADIÇÃO E FRAGILIDADE QUE DESEJA SER CONFIANÇA
A contradição dos discursos, posturas e comportamentos na relações amorosas parece passar despercebida para quem as pratica, talvez porque faça parte de um grupo e cultura que legitime isso. Aceitável ou não, essa contradição acomete muitas pessoas e está nas raízes de muitos relacionamentos que, embora potencialmente profícuos, simplesmente patinam em conflitos básicos e não avançam. Essa contradição é sintoma de uma geração de pessoas emocionalmente instável, com elevado desejo de apresentar-se auto-confiante, mas que é muito carente; que almeja ser sentimentalmente inacessível, mas que é absolutamente frágil e por isso, de maneira muito infantilizada, não consegue nem desvincular do objeto de sua paixão e nem admitir deseja-lo.
Se você ainda tem dúvida dessa questão, talvez a música “Quem me dera” de Márcia Fellipe e Jerry Smith com mais de 142 milhões de visualizações e ultrapassando um milhão de curtidas possa confirmar como a postura contraditória nas relações amorosas está presente.
1. Dormir de conchinha
2. Nem pisar em festa
3. Deus me livre
4. Mas quem me dera
5. Postar foto juntos
6. Os contatinho já era
7. Deus me livre
8. Mas quem me dera
Tanto as linhas 3 e 4 como as 7 e 8 fazem questão de deixar claro a contradição de “não querer” e “querer muito”, praticamente ao mesmo tempo. Uma atitude, talvez covarde, de: se não tenho garantias de poder ter, então eu não queria mesmo; mas se for garantido ter, então eu quero demais. A contradição parece, portanto, surgir como uma alternativa à dificuldade de cogitar a tentativa e fracasso, ou seja, de ter que lidar com a não garantia das coisas. Em outras palavras, a postura contraditória nas relações é um sintoma da incapacidade das pessoas de lidar com os desafios e possibilidades realistas de uma relação amorosa. Elas preferem a estratégia de desafiar condições emocionais impossíveis do que arriscarem com amores Possíveis.
A canção de ampla repercussão “Deixe-me Ir” do grupo 1Kilo (300.835.353 visualizações e 2.600.000 curtidas) evidencia a dificuldade das pessoas de se comprometer com a relação amorosa.
Eu vou ficar, mas vou pela manhã
Sem me despedir, vou antes do café
Que é pra não te acordar, sei que não sou nenhum Don Juan
Sou todo errado, mas tô certo que você me quer
Noites em claro, tentando não me envolver
Seja o que Deus quiser
Noites em claro, tentando não me envolver
Seja o que Deus quiser, deixe-me ir
Não vou me despedir porque dói
Não vou brigar pra ficar
Quero estar contigo e sentir, ser seu e só
Sem ter que justificar o tempo em que eu sumi
Seja o que Deus quiser, deixe-me ir
Na verdade trata-se de uma questão anterior ao relacionamento amoroso em si, e é muito mais uma limitação que acontece em nível individual/particular. O discurso aponta os holofotes para a relação e talvez até para as características da outra pessoa. Mas, na verdade, a origem da incapacidade de se envolver e arriscar está no íntimo frágil do indivíduo. Ele resiste em admitir, em tentar e se comprometer, ele mesmo, com uma relação que é realmente possível, mas simbolicamente impossível de conceber em sua mente e no seu coração. Trata-se de um medo que cega, de uma fragilidade que incapacita e de um discurso falso contado a si mesmo que limita e adoece.
O grupo Oriente Acústico também descreve essa alergia de envolvimento amoroso em um conjugado de música postado no Youtube com o nome “Vagabundo Também Ama / Vida Longa Mundo Pequeno” (49.151.859 visualizações e 218.000 curtidas):
Coração de malandro, olhar safado vagabundo
Minha mente e minha loucura foi o que fez cê querer vir
E essa mesma loucura que fez tu querer partir
Melhor mesmo tu ir agora, antes que eu seja rude
Até mais minha pequena, ainda tá escrito maktub
E o magrin se emociona, porque me dói te libertar
Mas cê não ia conseguir me acompanhar
Quando diz que me ama, vejo brilho no seu olhar
Mas deixa o tempo falar, tô precisando voar
Tu sabe que eu vou voltar, aguarda o tempo que dá
Vida longa, mundo pequeno, a gente ainda vai se encontrar
Quando diz que me ama, vejo brilho no seu olhar
Mas deixa o tempo falar, vou me perder pra me achar
Num garanto nem voltar, talvez volte pra te buscar
Vida longa, mundo pequeno, a gente ainda vai se encontrar
Eu imagino que existam muitas outras produções com discursos similares, como por exemplo outras músicas de outros gêneros, filmes, séries, livros, redes sociais, etc. Não foi meu objetivo catalogar esses materiais, mas se for mesmo uma tendência, eles devem estar se multiplicando nos diversos grupos, bem como nos dispositivos de expressão e veículos de informação utilizados por esses grupos.
ADVERTÊNCIAS PARA UMA RELAÇÃO AMOROSA DE VERDADE
A minha conclusão é uma advertência enquanto profissional da saúde emocional e das relações amorosas. Este tipo de postura e discurso sobre as relações amorosas não funciona. Muito mais do que isso, não é saudável e condena as pessoas à interações que adoecem. Ninguém vai controlar os imperativos do amor no sentido de neutraliza-lo. Isso não acontecerá sem que a pessoa se submeta ao afastamento, isolamento ou solidão.
Como essa maneira contraditória e implicitamente medrosa de lidar com as relações amorosas está sendo vivida e reforçada por muitos grupos e novas gerações, muitas pessoas assimilam isso como um padrão. E fica parecendo que é positivo porque “está todo mundo fazendo”. Mas a verdade é que enquanto tendências como esta se expandem, também os problemas emocionais e interpessoais estão se elevando drasticamente, em números e em gravidade. Eu particularmente penso que é melhor fazer parte de uma minoria saudável do que de uma maioria doente.
Infelizmente, minha percepção é que os problemas emocionais da sociedade estão aumentando de forma alarmante em muitos aspectos, essa forma de relacionar amorosamente é apenas um deles. Pais e filhos, estudantes e profissionais também estão com sérias dificuldades de se ajustarem aos desafios emocionais da atualidade. Seja como for, o relacionamento amoroso é um dos alicerces mais importantes na vida de um ser humano, seria muito inteligente priorizar os cuidados dessa parte da vida.

Finalmente, acredito que seja possível apreciar as diversas artes sem assimilar tudo de forma acrítica. É possível viver os momentos coletivos de curtição sem se tornar alienado das próprias necessidades e características particulares. Se conhecendo e tendo a coragem de ser quem você é tudo fica mais saudável e agradável. Fica menos difícil também. É preciso pensar, é preciso ter a coragem de pensar – e infelizmente as pessoas estão precisando ouvir esse tipo de frase. Eu espero que você tenha a coragem de lutar pelo que te apetece, porque é saudável e vale à pena!
Vou encerrar com a citação de um clássico que foi mencionado recentemente em uma palestra.
Se te apetece esforçar, esforça-te; se te apetece repousar, repousa; se te apetece fugir, fuja; se te apetece resistir, resista; mas saiba bem o que te apetece, e não recue ante nenhum pretexto, porque o universo se organizará para te dissuadir.
Friedrich Nietzsche
SE TE APETECE AMAR, AME!
E saiba que não há garantias, ninguém tem e nunca terá. Você descobrirá as respostas mais importantes da sua vida (o amor é uma delas) tentando. Portanto, você não deve recuar ante a nenhum pretexto, porque o universo se organizará para te dissuadir.

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