O Conselho Federal de Psicologia, em sua Resolução nº 11/2018, atualizou as diretrizes para a prestação de serviços psicológicos via tecnologias da informação e comunicação.
Confesso que eu tinha uma certa resistência à psicoterapia online, pensando, por exemplo, em como a relação terapêutica seria afetada, e nos dados que poderiam ser perdidos sem a observação do não verbal do paciente em sessão. Psicóloga formada há 13 anos, e atuando com clínica presencial intermitentemente desde o início da minha vida profissional, demorei a me ver atuando de outra forma. Com o passar do tempo, fui lendo, estudando e conversando com algumas pessoas, e minha percepção mudou.
A psicoterapia (bem feita) é uma ferramenta poderosa, que alivia sofrimento, possibilita mudanças positivas e nos faz ver as relações e o mundo de outra forma. Por que não ampliar o acesso a ela? Além disso, a Psicologia, como qualquer outra ciência, precisa estar afinada a seu tempo, adaptando-se às mudanças da cultura e da sociedade.
Atualmente, existem várias plataformas que possibilitam o encontro entre psicóloga-paciente, com protocolos de segurança e sigilo dos dados, cuidado fundamental em nosso trabalho. Algumas checam se a profissional está regularmente inscrita e ativa no Conselho Regional de Psicologia, mas também é importante o paciente, ao procurar opções, checar se a psi também está credenciada e habilitada no e-psi. Esse registro é obrigatório para a profissional que se propõe a este tipo de atuação. Eu escolhi a Vittude como plataforma para meus atendimentos e estou bastante satisfeita. No mais, é iniciar e se dedicar ao trabalho do processo terapêutico!

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